Nissan Skyline – Pequena resenha Histórica

O Skyline é um carro produzido pela montadora japonesa Nissan, sua origem é mais antiga que a própria montadora que o produz. A produção do Skyline iniciou-se em 1955, quando a Prince Motor Company—empresa fundada três anos antes pela Tama Electric Car Company, fabricante de veículos elétricos—lançou o modelo ALSI-1, com motor da Fuji Precision Industries de 1,5 litro e 60 cv. Em 1966 o governo japonês sugeria a criação de grandes empresas para competir no mercado internacional, o que levou a Prince a fundir-se com a Nissan.
Prince_Skyline_ALSI-1_001A primeira versão do Skyline, chamada de ALSI-1 entrou em produção em abril de 1957, naquela época era vendido como um carro de luxo, sob a marca Prince. Esta versão vinha com um motor 1,5 litro, que produzia 60 cv, este motor era padrão para toda a linha. O desempenho era relativo aos sedan´s médios da época, alcançava 140 km/h. Eram oferecidas carroçarias sedan e station wagon, havia também uma versão pick-up e um furgão, chamados Prince Skyway.

 

Prince ALSI 2 seriesPara 1958, a Prince modificou o conjunto óptico, dotando quatro faróis (antes eram dois). Este facelift fez com que o carro fosse chamado a partir daí de ALSI-2. A motorzação foi levemente modificada, a cilindrada continuava com 1,5 litro, mas a potência subiu para 70 cv, esta nova motorização proporcionou uma sensível melhora no desempenho.

1962_skyline_sport_coupe_BLRA-3Em 1961, entrou em produção a versão Skyline Sport, versão esta que ficou conhecida como BLRA-3, foi a partir daí que as potencialidades desportivas do modelo passaram a ser exploradas. A carroçaria era desenhada por Giovanni Michelotti e estava disponível como coupé e conversível, adoptaram-se nesta carroçaria elementos de design que foram utilizados em quase todas as gerações posteriores posteriores, como os faróis trapezoidais. A motorização era 1,9 litro com 94 cv de potência e passava uma sensação desportiva. Apenas alguns milhares foram produzidos, isso contribuí para que esta seja uma das versões mais caras e procuradas por coleccionadores do Japão.

prince-nissan-skyline-s54-gt-bVersões mais desportivas já existiam em 1961, como o Skyline Sport BLRA-3 de 1,9 litro e 94 cv. Mas foi em 1964 que nasceu um marco: o Skyline 2000 GT, destinado a competições, que trazia o compartimento do motor ampliado em 20 cm para alojar o seis-em-linha de 2,0 litros do modelo Gloria. O sucesso da versão levou a Prince a produzi-la em série, em duas opções de rua: GT-A, com um carburador e 105 cv, e GT-B, com três Webers 40, alta taxa de compressão, 125 cv e câmbio de cinco marchas.3-1

 

 

 

 

Nissan_Skyline_C111_2000_GTX-E_001O nome Skyline já representava muito para os japoneses quando, em 1972, surgia a nova geração C110, que incluía os potentes 2000 GT-X (130 cv) e GT-R (160 cv), de duas e quatro portas. A sigla GT-R desaparecia em 1977, com a geração C211, cuja versão de topo—lançada em 1980—era a 2000 GT-ES, com turbocompressor e 140 cv, um modo de atender às normas de emissões poluentes.Nissan_Skyline_C211_2000_GT-EL_001

 

 

 

 

Nissan_Skyline_R30_2000_RS_Turbo-C_001A série R3X – Em 1981 a Nissan inaugurava a série R3X, ou seja, começando pela R30 e chegando à atual R35. A primeira geração, com linhas retas e pouco esportivas, recebia em 1982 as versões 2000 GT e 2800 GT de seis cilindros. Havia também o Skyline RS, com um quatro-cilindros de 2,0 litros e 150 cv, que no ano seguinte recebia um turbo para chegar a 190 cv—mais tarde passaria a 250 cv, com o uso de resfriador de ar. Conhecido como RS-X ou Turbo C, esse Skyline obteve êxito nas ruas e nas pistas.

Nissan_Skyline_R31_2000_GTS-R_002A geração seguinte, R31, parecia mais voltada ao conforto que à esportividade, mas isso logo mudou. Um novo seis-em-linha 2,0 turbo, de 180 cv, inaugurava a família de motores até hoje utilizada no modelo, embora a versão cupê chegasse só em 1986. O GTS-X de 1988, de 190 cv, introduzia o sistema HICAS (High Capacity Active Steering, ou direção ativa de alta capacidade), que esterçava as rodas traseiras no mesmo sentido das dianteiras para contribuir na estabilidade—não para facilitar manobras em locais estreitos, como em outros sistemas do gênero.

Nissan_Skyline_R32_GT-R_001Em 1989 chegava o Skyline R32, em versões sedan e coupê, com tração traseira ou integral. Ao seis-cilindros 2,0 de 155 cv eram adicionados depois um turbo de 215 cv, no GTS-T Type M, e um 2,5 aspirado de 180 cv. A sigla GT-R retornava depois de uma década, no modelo que seria conhecido por “Godzilla”, em alusão ao assustador réptil do desenho animado japonês. Uma de suas atrações era a tração integral com repartição variável de torque—de 100% às rodas traseiras até 50/50, de acordo com a aderência.

O sistema Super-HICAS aperfeiçoava a direção nas quatro rodas e o motor de seis cilindros e 2,6 litros, com dois turbos, chegava a 280 cv—poderiam ser mais, não fosse a limitação da legislação japonesa. De 0 a 96 km/h bastavam 4,8 s, tão rápido quanto um Ferrari F355. A sua versão de corrida venceu tantas vezes no Grupo A nipônico que a categoria foi abolida, por falta de concorrentes para a Nissan.

Nissan_Skyline_R33_GT-R_001O R33 era a geração seguinte, pouco maior e mais pesada, portanto menos ágil. Lançadas em 1995, as versões GT-S incluíam os 2,5 litros de 190 cv e 255 cv, este com turbo. O GT-R chegava com melhor distribuição de torque, mantendo-se no limite legal de 280 cv, e sistemas aprimorados de tração e direção integrais. A divisão NISMO (Nissan Motorsports) fez uma versão para o Grupo A e pôde oferecer ao público 99 unidades do Skyline 400R, em 1996. Era a versão de rua de um carro de corrida, por isso liberada do limite de 280 cv: extraía 400 cv a 6.800 rpm do motor biturbo de 2,8 litros, com tração integral. Houve também uma única unidade do GT-R LM, de 305 cv e tração traseira apenas, construída para homologação. Outro R33 muito especial era o Autech GT-R, um quatro-portas feito à semelhança do GT-R cupê para celebrar os 40 anos do Skyline. A NISMO preparou uma versão de 380 cv do carro, com o estilo agressivo baseado no 400R.

Para muitos o R32 permanecia o melhor Skyline, por sua agilidade e dimensões compactas. A Nissan ouviu os entusiastas ao desenvolver a geração R34, que chegava com motores de 140, 193 e 280 cv nas versões GT. A GT-R apareceu pouco mais tarde, detendo o recorde para carros de produção no famoso circuito alemão de Nürburgring até ser superado pelo Porsche 911 Turbo da série 996;

Nissan_Skyline_R34_GT-R_Nür_001A geração R34, mantém a potência limitada a 280 cv, mas preparadores a levam a mais de 1.000 cv. Por exemplo, a versão JUN testada pelo famoso programa de televisão Top Gear debita 1300 cavalos. O desenho musculoso remete ao R32 e a eletrônica comanda a tração e a direção integrais tornando-o rápido e sedutor. O Skyline GT-R e o Honda NSX são dos poucos automóveis nipônicos que conseguir ascender ao estatudo de objeto de culto.

Algumas versões desse modelo foram equipadas com transmissão continuamente variável (Câmbio CVT) tipo toroidal[1] [2].

Nissan_GT-R_01-R35O modelo 2007 possui um motor 3.8 V6 Biturbo com potência de 485Cv (362 kW) e 59.95Kgfm (588,0N.m.) de torque, acoplado a uma transmissão automatizada de 6 marchas com dupla embreagem e sistema de tração AWD ATTESA E-TS®, esse conjunto fornece desempenho capaz de levar os 1740Kg de 0–100 km/h em 2.8s e tem velocidade máxima de 310 km/h.

wald-nissan-gt-r-r35-sports-line-01O projeto do Nissan GT-R foi coordenado pelo engenheiro japonês Kazutoshi Mizuno, que no início do projeto já contava com mais de 40 anos de experiencia, foi engenheiro focado em corridas, diretor de equipe e designer de carros. Kazutoshi juntamente com toda a equipe queria revolucionar o mercado de supercarros com algo que suprisse as nescidades dos clientes, para isso o carro precisava passar a marca de 300km/h e não deveria custar mais de 100 mil dólares. Para que isso fosse possível a Nissan optou por produzir o supercarro em massa na maior e mais tecnológica fabrica da Nissan que fica situada em Tochigi no Japão, a técnica de montagem exige muito mais precisão por se tratar de um carro incomum, os únicos componentes montados á mão são o motor e o câmbio que são produzidos em lugares diferentes e posteriormente montados no GT-R em Tochigi.

O GT-R carrega a cultura japonesa desde seu projeto inicial, seu design foi inspirado nos robôs Gundam, o carro é oposto aos concorrentes europeus e americanos, o GT-R tem linhas fortes e robustas sugerindo baixa eficiência aerodinâmica, mas oque acontece é justamente o contrario, com um coeficiente aerodinâmico de 0,26 o design GT-R é pensado e produzido para reduzir arrastos e vórtices ao máximo, além de empurrar o carro para baixo aumentando a aderência e segurança em altas velocidades.

Espero que tenham gostado!!

“Nunca é tarde demais para sermos aquilo que poderíamos ter sido!”

reiventaTe

Um pouco de ciência hoje se me permitem. E para isso deixo a palavra a Marc Halévy, físico na área da ciência da complexidade e filósofo da espiritualidade:

«Admitamos que consideramos o acaso como sendo o único motor da evolução cósmica. (…)

Quais são as probabilidades para que todas as moléculas contidas numa única célula viva se encontrem e interajam e que destas interações, nasça uma célula inteira e viva?

 

Este cálculo por ser levado a cabo. A probabilidade é ínfima, mas não é nula. O acaso pode então engendrar vida. Mas…esta probabilidade é tão ínfima, que para que se possa realizar, são necessários um imenso número de encontros, e por conseguinte uma longa duração. Esta duração também pode ser calculada.

Como esta duração é inversamente proporcional á probabilidade da ocorrência e, que é ínfima (como já dissemos), esta duração de ocorrência ou encontros é enorme…tão grande que excede em vários milhões de vezes a idade total do nosso universo real.

Impõe-se aqui uma conclusão: Se de facto, teoricamente, o acaso pode criar vida, não foi o acaso que criou a vida na Terra, provado por falta de tempo. Existe então outro motor além do acaso, que funciona como motor da evolução! (…)

O cálculo de probabilidades e o senso comum abrem-nos os olhos: Achamos bem mais depressa quando procuramos, quando temos intenção de achar, quando não estamos á espera que o acaso nos ofereça a solução de mão beijada.

É evidente que a Natureza não espera pelo acaso, a natureza procura.

Esta procura infinita do “melhor” chama-se intenção! (…)

O Universo é movido pela da intenção de alcançar todas as possibilidades.»

 

Todos nós somos movidos desta mesma intenção.

Mas quando nos conformamos e nos contentamos com uma versão menor de nós mesmos, estamos a bloquear este movimento natural, esta vontade universal de realizar tudo o que é possível, de ir até ao fim do nosso potencial.

Agora decide se vais continuar a bloquear este movimento universal e contentar-te com uma versão menor de ti mesmo…

REINVENTA-TE!!

Forte Abraço!

Uma mensagem para ti…

Olá, aqui Pascal Pedro,
Esta mensagem é para todos aqueles que pensam que as coisas boas só acontecem  aos outros, menos a nós. E o objectivo desta mensagem é vos mostrar que nem sempre é assim. Quem me conhece, sabe muito bem pelo que passei; momentos bons e momentos menos bons. Como toda a gente aliás. Mas é preciso ás vezes pegar nesses acontecimentos, sejam eles bons ou maus, e interpretá-los.
Esta foi a lição que aprendi ao longo da minha vida, e consequentemente aos diversos acontecimentos e experiências que foi adquirindo da vida!
Quando as coisas menos boas acontecem, é precisamente aí que é precisamos estar super atentos, porque é aí que pode surgir algo que nos faça mudar a nossa vida, e radicalmente. Uma oportunidade, um negócio, ou simplesmente uma oferta de trabalho… Tudo é possível.

Os sinais estão todos lá, a questão é identificá-los!!

É preciso estar de mente aberta, e pronto a correr algum risco, mesmo quando não nos sentimos apoiados pela nossa família ou amigos mais próximos. Como se costuma dizer: “Eu sei me enganar sozinho!!” E assim não temos de dar nem satisfações, nem justificações a ninguém. Acontece que estas decisões são por vezes as melhores de todas e as mais saborosas, pois se a coisa corre bem, nós ficamos com os louros, mas se corre mal, ninguém nos vai dizer que não nos avisou.

Tens de ser tu a controlar a tua vida e não te regulares pelos outros. Abrir o teu horizonte e arriscares a sair um pouco, mas só um pouco da tua zona de conforto. Vais ver que por vezes nos sentimos mais confiantes em nós próprios.
Foi o que fiz. E tal como vocês o podem fazer também e tirarem um proveito alucinante dessa experiência.

Deviam experimentar.

Tenham um bom dia e muito Sucesso!

Pascal